Ação reúne três grafiteiras mulheres para trabalho que celebra o primeiro ano de atuação da empresa

Entre os dias 24 e 27 de maio, três artistas se unem para chamar atenção para um único tema: a mulher.  As grafiteiras Gugie, Clara Leff e Agatha de Faveri foram convidadas pela Organon, farmacêutica global focada em saúde feminina, para emprestar seus talentos para a comemoração de um ano de atividade da empresa no Brasil. As artistas serão as responsáveis por grafitar o gigantesco muro externo da fábrica da Organon em Campinas, de 100 m2, transformando-o em uma verdadeira obra de arte a céu aberto. 

As artistas foram selecionadas por terem o universo feminino sempre presente em suas criações. O trabalho de Gugie aborda relacionamentos sociais e convivência. Coube a ela representar as diferentes fases da vida da mulher, ilustrando no muro da Organon crianças, adultas e idosas. Todas negras, que é um traço da arte da grafiteira. Como pessoa negra, mãe e mulher, ela busca, através de suas criações, fortalecer a visibilidade de pessoas marginalizadas na estrutura social.

A força mística feminina também estará estampada nos muros. Em seu trabalho, Clara Leff vai pintar mãos de diferentes mulheres demonstrando união, e também o encontro da figura feminina com a natureza, em que as mãos se fazem presentes transmitindo a sensação do poder feminino. Apesar de trabalhar com realismo, a artista quebra este padrão trocando as cores naturais da pele de suas personagens pelo turquesa, cor simboliza a transformação. Suas mulheres são inseridas em paisagens oníricas, quase como em um conto de fadas.

O poder das palavras será representado por Agatha de Faveri, que faz lettering com a inserção de pinturas. No muro da Organon ela deixará as mensagens “A saúde dela nosso propósito” e “Aqui pela saúde dela”, que é, justamente, com o que a Organon se compromete no seu dia a dia. O currículo de Agatha inclui paredes pintadas para o Lollapalooza, Disney e diversas empresas.

A ação vai acontecer a partir das 7h desta terça-feira na fábrica da Organon, que está localizada na Rua Treze de Maio, 1161 – Nova Sousas (Sousas), Campinas. 

Sobre a Organon

A Organon é uma empresa global de saúde com foco no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta.

Para obter mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco no  LinkedIn.

Esclarecimentos de professora da Unifesp confirmam a urgência do autocuidado, como um dos pontos de alerta na data internacional

Todo mundo sabe que é preciso cuidar da saúde, mas os números mostram que a realidade já não é assim há algum tempo. Levantamento da FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), de 2018, mostra que 20% das brasileiras acima dos 16 anos não vão ao ginecologista com regularidade.

Considerando o Dia Mundial da Saúde, em 7 de abril, a farmacêutica global Organon, especializada em saúde da mulher, convidou a ginecologista e obstetra, professora Associada Livre-Docente na Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e membro da FEBRASGO, Dra. Cristina Guazzelli para pontuar três principais motivos para as mulheres não protelarem a consulta ginecológica, que deve ocorrer ao menos uma vez ao ano.

  1. Avaliar o ciclo menstrual
    “É importante compreender sobre o próprio calendário menstrual e observar se há presença de dor ou outra queixa no período que rodeia o período”, pontua a Dra. Cristina Guazzelli. Além disso, segundo destaca a entidade FEBRASGO, da qual a médica faz parte, uma menstruação é considerada “normal” quando o fluxo dura até 8 dias e o ciclo varia de 24 a 38 dias. Por outro lado, qualquer sangramento que não tenha essas características pode ser anormal.
  2. Obter orientações sobre o início e/ou a decorrência da vida sexual
    “Não se pode ignorar dúvidas pessoais sobre o início de vida sexual; se há necessidade de começar o uso de anticoncepção ou qual o método adequado para o perfil da mulher; instruções sobre a possibilidade de se planejar gravidez e a sua fertilidade; relatar queixas de corrimento, ardor vulvar ou outras relacionadas à menopausa, como ondas de calor, irritabilidade, alterações da vontade e desejo de ter relações”, recomenda a doutora.
  3. Solicitar exames específicos ou de rotina
    Neste sentido, a Dra. Cristina Guazzelli lista alguns exames que podem ser solicitados pela própria paciente com a finalidade de serem diagnosticas ou não pequenas alterações, mesmo antes da presença de qualquer queixa. “O diagnóstico precoce favorece e melhora as chances de tratamento e cura”, ressalta ela. Os exames que a médica indicam são:
  • Exame preventivo do câncer do colo do útero (Papanicolau), desde que já tenha iniciado a atividade sexual;
  • Exames laboratoriais gerais, como hemograma, glicemia de jejum, perfil lipídico;
  • Mamografia após os 40 anos, para diagnóstico precoce do câncer de mama;
  • Ultrassom transvaginal, importante para o diagnóstico de miomas e tumores no ovário e endométrio;
  • Densitometria Óssea a partir dos 50 anos, para avaliar a perda de massa óssea e risco de osteoporose.

Sobre a Organon

A Organon é uma empresa global de saúde que detém a liderança no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta.

Para obter mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco no LinkedIn.

Farmacêutica Organon realizou pesquisa que mostra que 3 em cada 10 mulheres que usam contraceptivos orais possuem alguma comorbidade. Endometriose foi uma das mais citadas.

Um levantamento encomendado pela Organon, farmacêutica global focada em saúde feminina, apresentou um raio-x das usuárias de pílulas anticoncepcionais no Brasil. Realizada com 1005 mulheres, com média de idade de 32 anos, a pesquisa feita pela Inception revelou que aproximadamente 3 em cada 10 usuárias de contraceptivos orais possuem alguma comorbidade. A endometriose foi uma das patologias mais citadas por elas. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a doença atinge 1 a cada 10 brasileiras. 

Dor pélvica crônica e desconforto na relação sexual são sintomas que podem ser um indício da doença, que surge na fase entre a primeira e a última menstruação. Segundo o manual de endometriose publicado pela Febrasgo, entre 30 a 50% dos casos de infertilidade tem relação com a endometriose. Com o compromisso de ouvir as necessidades do público feminino e na tentativa de ajudar a reverter esse quadro, a Organon fez recentemente a aquisição da Forendo Pharma, uma empresa focada no desenvolvimento de novos tratamentos para a saúde da mulher. Dentre eles, um tratamento inovador para a endometriose, que poderá vir a preencher uma lacuna terapêutica. 

“Apesar da alta ocorrência de endometriose, as opções atuais de tratamento não estão abordando adequadamente os sintomas dolorosos e desafiadores das mulheres que vivem com esse transtorno”, diz a dra. Sandra Milligan, chefe global de Pesquisa e Desenvolvimento da Organon. 

A endometriose é caracterizada pela presença de tecido endometrial (aquele que reveste a cavidade uterina por dentro) fora do útero. Embora seja uma doença comum, o diagnóstico ainda é um dos principais desafios médicos. “Quando a paciente tem sintomas sugestivos e a investigação com exames específicos, como a ressonância magnética da pelve, não é feita, isso pode ser um problema. Se a endometriose não for tratada, pode haver uma progressão da doença, levando a sintomas mais graves e também ao acometimento de outros órgãos; além de ser uma das causas de infertilidade”, afirma a ginecologista Mariane Nunes de Nadai, membro do comitê de anticoncepção da Febrasgo. 

O tratamento em desenvolvimento pela Forendo já está na fase de avaliação da segurança do medicamento, iniciando a análise de eficácia ainda em um número restrito de pacientes. Trata-se do desenvolvimento do FOR-6219, um inibidor da 17β-hidroxisteróide desidrogenase oral tipo 1 (HSD17B1), enzima que provoca elevação do estradiol, que é o hormônio responsável pelo crescimento do tecido endometrial. O FOR-6219 tem o potencial de atuar exclusivamente nos tecidos atingidos pela endometriose sem alterar os níveis hormonais sistêmicos da mulher. Essa característica permite que ele seja avaliado como uma opção de tratamento de longo prazo para a endometriose. 

Endometriose e infertilidade 

Boa parte das mulheres só descobrem a doença quando estão tentando engravidar. Apesar de a infertilidade feminina ter na endometriose uma das suas principais causas, não significa dizer que toda mulher infértil tenha endometriose e nem que toda mulher com endometriose seja infértil. De acordo com Mariane de Nadai, se não houver outros fatores para dificultar a gestação, o indicado é estimular a paciente a tentar engravidar de forma espontânea por até seis meses. 

“Em geral, a gente não deixa essa paciente sob tentativas por mais tempo porque a cada mês em que ela está sem tratamento da endometriose e tentando engravidar, pode haver uma progressão dos focos da doença. Por isso, depois desse período, partimos para técnicas de reprodução assistida”, explica a especialista. 

A boa notícia é que, quando se fala sobre fertilização in vitro, estudos apontam que a eficácia da técnica entre as mulheres que têm a doença e as que não têm é bem parecida. “Deixando de lado o fator idade ou algum outro tipo de acometimento, atualmente, estudos mais robustos mostram que não há diferenças significativas em taxas de sucesso entre aquelas pacientes que têm endometriose e as que não têm, quando se submetem a uma técnica de fertilização in vitro”, informou Mariane. 

Sobre a Organon 

A Organon é uma empresa global de saúde que detém a liderança no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta. 

Para obter mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco no  LinkedIn.

Estudo encomendado pela farmacêutica Organon aponta que falta conhecimento sobre planejamento reprodutivo para a mulher ter mais autonomia sobre suas escolhas

No mês mundial da conscientização sobre a fertilidade (junho), a farmacêutica Organon divulga um estudo, encomendado à empresa de consultoria e pesquisa Inception, sobre a jornada da mulher em relação à sua fertilidade. O objetivo era entender etapa por etapa as ações, pensamentos e sentimentos daquelas que buscam engravidar. Para isso, foram entrevistadas em profundidade 26 mulheres, 12 ginecologistas e 6 especialistas em fertilidade.

O levantamento mostrou que a jornada pode ser mapeada em oito grandes momentos: pré-decisão, decisão, acompanhamento, tentativas, busca por ajuda, tratamento, novas tentativas e expectativas futuras. O resultado indica como um dos grandes vilões a falta de conhecimento suficiente sobre planejamento reprodutivo, ausente tanto nos discursos da mulher quanto nos de parte dos ginecologistas. Por muitas vezes, este assunto deveria ser abordado na fase anterior à decisão de querer engravidar, alertando que ser mãe nem sempre é tão natural quanto se imagina.

Cada fase do estudo apresentou necessidades e pontos de atenção diferentes.  E a jornada emocional também varia em cada uma delas. A fase de tentativa é a de maior impacto entre as mulheres em busca da gravidez. É quando ela se questiona pela primeira vez sobre a certeza da maternidade. E, muitas vezes, fica com o sentimento de culpa e com a sensação de ser menos mulher.

“No começo da jornada, elas se sentem no controle da situação, têm certeza de que serão mães. No entanto, conforme vão acontecendo as tentativas, as preocupações começam a surgir, mas ainda sem ter ideia dos motivos que impedem a gravidez”, explica a diretora de Saúde Feminina da Organon, Andrea Ciolette Baes.

É somente na quinta etapa que o especialista em fertilidade entra em cena. De acordo com a pesquisa, a busca por essa ajuda costuma demorar meses ou anos, iniciando a corrida contra o relógio biológico feminino. Tudo vai depender do tempo em que ela ficou somente nas consultas com o ginecologista, sem abordar em profundidade a questão de fertilidade, e na etapa de tentativas. Porém, é nesta fase, quando começa a fazer exames mais específicos e é informada sobre as possibilidades de tratamento, que a mulher volta a ter confiança e esperança no sonho de ser mãe.

De acordo com a pesquisa, o tratamento em si começa rapidamente, cerca de 1 a 2 meses após a primeira consulta com o especialista, que vai recomendar o procedimento mais adequado à paciente após avaliação da futura mãe e seu parceiro ou parceira. A mulher faz aplicações, na maioria das vezes diárias, de hormônios no começo do ciclo menstrual. Durante esse período, são realizados ultrassons a cada 2 dias para analisar a maturação dos óvulos e, ao final do ciclo, há a coleta dos óvulos na clínica. Se a opção for a fertilização in vitro, após a fecundação, os embriões podem ser congelados ou pode-se optar pela transferência após 5 dias, em média. Uma semana depois do procedimento deve ser realizado o teste de gravidez. Se der negativo, novas tentativas se reiniciam. Embora a mulher não perca a esperança, ela fica muito abalada emocionalmente e nem sempre tem o acolhimento psicológico que merece.

O estudo mostra, ainda, que é comum realizar até três tentativas. E que, em média a mulher pode realizar cinco delas para depois começar a pensar em adoção ou em ovo-doação. Apesar de se mostrar um pouco resistente a esses métodos, não desiste do sonho de ser mãe.

Comprometida com o bem-estar e a saúde feminina nas diferentes etapas da vida reprodutiva, a Organon encomendou o estudo, pois se empenha em escutar ativamente as mulheres. “Ao ouvir o que elas têm a dizer, podemos entender melhor como ampliar o conhecimento sobre sua saúde, propor soluções para melhorar o acesso a tratamentos, fazer parcerias que tragam benefícios para aquelas que estão em situação de vulnerabilidade, entre outras iniciativas”, afirma Baes.

Congelamento de óvulos

O levantamento ainda mostra a jornada das mulheres que não querem engravidar imediatamente, mas querem garantir a possibilidade da maternidade futura. Neste caso, a opção é pelo congelamento de óvulos e os relatos diferem bastante daqueles das mulheres “tentantes”. Neste cenário, a primeira consulta com o especialista em fertilidade nem sempre implica em uma ação imediata. Mas, normalmente, só o fato de ir em busca da ajuda do especialista em fertilidade já faz ela sentir que está tirando um peso das costas por estar tomando controle sobre a sua decisão de engravidar.

Tranquilidade e leveza são os sentimentos que acompanham a mulher ao longo desse processo. É claro que a fase do tratamento com hormônios é cansativa, mas ela pensa que vale a pena para que a maternidade não seja um problema no futuro. De um modo geral, se sente privilegiada e empoderada por ter tomado essa decisão. Por outro lado, apesar de ser a maneira mais segura para quem pretende adiar a maternidade, a pesquisa também aponta que muitas vezes falta às mulheres a informação de que o congelamento de óvulos por si só não é garantia de gravidez, deixando mais evidente a necessidade de trazer sempre a conversa sobre planejamento reprodutivo a cada consulta com o ginecologista.

Sobre a Organon

A Organon é uma empresa global de saúde com foco no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta.

Projeto viabiliza desenvolvimento de três estudos para nortear iniciativas de saúde sexual e reprodutiva

“Até 2030, assegurar o acesso universal aos serviços de saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar, informação e educação, bem como a integração da saúde reprodutiva em estratégias e programas nacionais”. Esse é um dos itens que fazem parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Para contribuir com esse compromisso, a Organon, farmacêutica global focada em saúde feminina, vai apoiar o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

Ao longo de 18 meses, o UNFPA vai desenvolver três estudos que, além da ampliação do debate qualificado, promovem o fortalecimento de políticas e iniciativas de promoção da saúde sexual e reprodutiva. O resultado das pesquisas será publicado em uma cartilha que identificará os progressos e desafios em relação ao cumprimento dos compromissos firmados na Agenda 2030. O conteúdo, com base em informações técnicas e atualizadas, poderá ser utilizado para informar gestores e tomadores de decisão em políticas de saúde. Haverá também uma série de webinários para discutir os temas centrais, possibilitando uma compreensão aprofundada de aspectos ainda pouco abordados.

O projeto apoiado pela Organon é focado nos seguintes estudos: “Saúde Sexual e Reprodutiva sob a ótica dos ODS”, que se propõe a investigar as metas relacionadas à saúde sexual e reprodutiva, autonomia e dignidade corporal; “Saúde das Mulheres e direitos reprodutivos no âmbito da reprodução assistida “, que vai realizar uma análise de marcos, progressos e desafios neste campo no Brasil; e ” Saúde e diversidade: população LGBTQIA+ e acesso a direitos e serviços de saúde”, que pretende realizar um mapeamento de diretrizes, marcos e serviços existentes, com ênfase na população trans.

Para a Organon, contribuir com a sensibilização sobre questões da saúde feminina é estratégico.

“A Organon nasceu com o propósito de promover um dia melhor e mais saudável para todas as mulheres e iniciativas como essa nos permitem ampliar a nossa atuação para além da medicina, uma vez que identificamos, por meio de estudos e pesquisas, que existe uma carência de informações sobre saúde sexual reprodutiva para a maior parte da população brasileira e desde então assumimos um compromisso social de prover acesso à informação qualificada e dados sobre o tema porque acreditamos que ter conhecimento sobre o próprio corpo garante, especialmente à meninas e mulheres, autonomia sobre seus corpos”, afirma Ricardo Lourenço, CEO  da Organon no Brasil.

De acordo com o IBGE, o Brasil tem hoje mais de 55 milhões de mulheres em idade reprodutiva, mas grande parte não tem acesso a informações de qualidade, a serviços de saúde sexual e reprodutiva e a métodos contraceptivos modernos que lhes permitam planejar a vida reprodutiva.

A representante do UNFPA Brasil, a Sra. Astrid Bant, destaca que “o UNFPA busca catalisar e acelerar resultados transformadores por meio de apoios estratégicos. No Brasil e no mundo, essas colaborações contribuem com o alcance de zero necessidades insatisfeitas de contracepção, zero mortes maternas evitáveis e zero situações de violência e práticas nocivas contra mulheres e meninas”.

Sobre a Organon

A Organon é uma empresa global de saúde com foco no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta.

Para obter mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco no  LinkedIn.

Sobre o UNFPA

O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) é a agência de desenvolvimento internacional da ONU que trata de questões populacionais, sendo responsável por ampliar as possibilidades de mulheres e jovens levarem uma vida sexual e reprodutiva saudável. O UNFPA trabalha para acelerar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva, incluindo o planejamento familiar voluntário e a maternidade segura; e busca a efetivação dos direitos e oportunidades para as pessoas jovens.

O UNFPA está presente em mais de 150 países, os quais abrangem mais de 80% da população mundial. A sua missão é a de contribuir para que todas as gestações sejam desejadas, todos os partos sejam seguros e cada jovem alcance seu potencial. Atuando por meio de alianças e parcerias colaborando com o governo e diversas organizações da sociedade civil, incluindo a academia e os movimentos sociais, bem como com a iniciativa privada e com outras agências do Sistema ONU, o UNFPA faz uma diferença positiva para bilhões de pessoas, especialmente as mais necessitadas.

Para obter mais informações, acesse brazil.unfpa.org

Relatório apresenta o plano para alcançar o propósito de negócios e o compromisso da Organon em ajudar a melhorar a saúde de mulheres e meninas

A Organon, farmacêutica global de saúde feminina, que emprega cerca de 400 pessoas em suas operações no Brasil, anunciou hoje a publicação mundial de seu primeiro Relatório Ambiental, Social e de Governança (ESG) 2021. O documento apresenta a plataforma ESG da empresa, “Her Promise”, e detalha como a empresa está trabalhando para ajudar mulheres e meninas a alcançar uma saúde melhor. A publicação do Relatório ESG e o lançamento da plataforma coincidem com o aniversário de um ano da Organon e refletem a visão da empresa de criar um dia-a-dia melhor e mais saudável para todas as mulheres ao redor do mundo.

Como única farmacêutica global focada em saúde feminina, a Organon está bem posicionada para ajudar a enfrentar vários desafios atuais e crescentes. De acordo com um relatório de 2022 do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), mais de 200 milhões de mulheres em países de baixa e média renda não têm acesso a métodos contraceptivos modernos e quase metade de todas as gestações do mundo – cerca de 121 milhões por ano – não são planejadas.  No Brasil, segundo pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz, mais de 55% das brasileiras que tiveram filhos não haviam planejado a gravidez. Por meio da Her Promise, a Organon está fazendo investimentos focados e formando parcerias estratégicas para introduzir e expandir o acesso a soluções que melhorem a saúde das mulheres e promovam a equidade de gênero, dentro e fora da empresa.

“Em apenas um ano, a Organon fez um progresso considerável na abordagem das disparidades de gênero na saúde, ouvindo as mulheres e investindo em áreas onde existem demandas não atendidas. Desde o lançamento da empresa, nos concentramos em tentar preencher lacunas terapêuticas, como gravidez indesejada, fertilidade, hemorragia pós-parto, trabalho de parto prematuro, endometriose, vaginose bacteriana, entre outras. E continuaremos nos esforçando para oferecer inovação, melhorar o acesso e expandir a escolha para áreas de tratamento que afetam exclusivamente ou desproporcionalmente as mulheres”, diz Kevin Ali, CEO da Organon. “As metas declaradas em nosso primeiro relatório ESG criarão um roteiro para o futuro de como continuaremos a impulsionar e fazer parcerias para transformar o ambiente de saúde da mulher atual”, complementa.

“No Brasil, abrimos canais para escuta ativa para entender onde e como podemos, enquanto empresa, sermos mais efetivos no atendimento às necessidades não atendidas das mulheres e meninas brasileiras. Fizemos pesquisas com a população, compartilhamos informações relevantes e qualificadas sobre fertilidade e contracepção por meio de publicações médicas voltadas para o público leigo, além disso fechamos parcerias com instituições como a UNFPA e como o Fundo Positivo promovendo letramento social de mulheres e entidades para que possam advogar em causa própria. Nós entendemos que estamos promovendo equidade através de ferramentas e subsídios para uma sociedade mais saudável” afirma Ricardo Lourenço.

Em seu aniversário de um ano, a Organon está assumindo os seguintes compromissos para cumprir seu propósito:

• Melhorar o acesso a contraceptivos modernos de baixo custo em 69 dos países menos desenvolvidos do mundo. Por meio da iniciativa Organon Her Promise Access, a Organon tem o objetivo de evitar cerca de 120 milhões de gravidezes indesejadas até 2030, trabalhando com parceiros globais para fornecer informações sobre planejamento familiar, educação e acesso a contraceptivos modernos de baixo custo. Além disso, a Iniciativa deverá prevenir 2,1 milhões de mortes infantis e 250.000 mortes maternas até 2030.

• Redefinir e conduzir a inovação na saúde da mulher. A Organon dedicará a maior parte de sua atividade de desenvolvimento pré-clínico e clínico às necessidades de saúde não atendidas das mulheres. A Organon já iniciou ações em áreas de alta demanda, incluindo hemorragia pós-parto, endometriose e trabalho de parto prematuro.

• Expandir o acesso a opções de tratamento que melhorem a saúde das mulheres. Trabalhando em conjunto com parceiros globais, a Organon planeja expandir o acesso ao Sistema Jada® para tratar hemorragia pós-parto em mulheres, tanto em mercados desenvolvidos como em desenvolvimento. Também buscaremos garantir soluções acessíveis e medidas educativas para diminuir gravidezes não planejadas.

• Alcançar uma representatividade de gênero equilibrada globalmente em todos os níveis da empresa até 2030 e alcançar seu compromisso de igualdade salarial. A Organon teve um excelente começo ao lançar um Conselho de Administração, que também representa a diversidade de gênero e raça. Atualmente, o Conselho da Organon é o mais diversificado do setor de saúde do S&P 500  – índice do mercado de ações composto com as 500 maiores empresas do mundo. No Brasil, a empresa também supera as estatísticas, com 50% de seus cargos de liderança ocupados por mulheres.

• Zerar emissões líquidas de gases de efeito estufa. Também pretendemos integrar os princípios de gestão da água e economia circular em nossos modelos de negócios. O relatório detalha as ações concretas de curto e médio prazo que tomaremos para atender a essas ambições de longo prazo.

• Defender os mais altos níveis de ética e integridade em todo o seu negócio.

“O Conselho está comprometido em alcançar os objetivos de negócios da Organon, bem como os objetivos sociais, e continuar a conduzir a estratégia ESG da empresa”, diz Carrie Cox, Presidente do Conselho. “Estamos satisfeitos por poder publicar um relatório ESG abrangente apenas um ano após a criação da empresa e destacar nosso propósito e objetivos na melhoria da saúde de mulheres e meninas”, afirma.

O comitê de governança do Conselho, chamado Comitê ESG, é presidido pelo veterano da indústria farmacêutica Robert Essner e inclui 5 membros, que trazem experiência considerável em diversas áreas.

Para obter mais detalhes sobre a estratégia, prioridades e iniciativas ESG da Organon, baixe o Relatório ESG 2021 completo em https://www.organon.com/brazil/meio-ambiente-social-governanca/. Você pode acessar mais informações sobre Organon Brasil em https://www.organon.com/brazil/

Sobre a Organon

A Organon é uma empresa global de saúde com foco no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta.

Para obter mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco no LinkedIn.

Farmacêutica Organon realizou pesquisa que mostra que 3 em cada 10 mulheres que usam contraceptivos orais possuem alguma comorbidade. Endometriose foi uma das mais citadas.

Um levantamento encomendado pela Organon, farmacêutica global focada em saúde feminina, apresentou um raio-x das usuárias de pílulas anticoncepcionais no Brasil. Realizada com 1005 mulheres, com média de idade de 32 anos, a pesquisa feita pela Inception revelou que aproximadamente 3 em cada 10 usuárias de contraceptivos orais possuem alguma comorbidade. A endometriose foi uma das patologias mais citadas por elas. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), a doença atinge 1 a cada 10 brasileiras. 

Dor pélvica crônica e desconforto na relação sexual são sintomas que podem ser um indício da doença, que surge na fase entre a primeira e a última menstruação. Segundo a Febrasgo, a endometriose pode impedir até 50% das mulheres em idade reprodutiva de engravidar1. Com o compromisso de ouvir as necessidades do público feminino e na tentativa de ajudar a reverter esse quadro, a Organon fez recentemente a aquisição da Forendo Pharma, uma empresa focada no desenvolvimento de novos tratamentos para a saúde da mulher. Dentre eles, um tratamento inovador para a endometriose, que poderá vir a preencher uma lacuna terapêutica. 

“Apesar da alta ocorrência de endometriose, as opções atuais de tratamento não estão abordando adequadamente os sintomas dolorosos e desafiadores das mulheres que vivem com esse transtorno”, diz a dra. Sandra Milligan, chefe global de Pesquisa e Desenvolvimento da Organon. 

A endometriose é caracterizada pela presença de tecido endometrial (aquele que reveste a cavidade uterina por dentro) fora do útero. Embora seja uma doença comum, o diagnóstico ainda é um dos principais desafios médicos. “Quando a paciente tem sintomas sugestivos e a investigação com exames específicos, como a ressonância magnética da pelve, não é feita, isso pode ser um problema. Se a endometriose não for tratada, pode haver uma progressão da doença, levando a sintomas mais graves e também ao acometimento de outros órgãos; além de ser uma das causas de infertilidade”, afirma a ginecologista Mariane Nunes de Nadai, membro do comitê de anticoncepção da Febrasgo. 

O tratamento em desenvolvimento pela Forendo já está na fase de avaliação da segurança do medicamento, iniciando a análise de eficácia ainda em um número restrito de pacientes. Trata-se do desenvolvimento do FOR-6219, um inibidor da 17β-hidroxisteróide desidrogenase oral tipo 1 (HSD17B1)2, enzima que provoca elevação do estradiol, que é o hormônio responsável pelo crescimento do tecido endometrial. O FOR-6219 tem o potencial de atuar exclusivamente nos tecidos atingidos pela endometriose sem alterar os níveis hormonais sistêmicos da mulher. Essa característica permite que ele seja avaliado como uma opção de tratamento de longo prazo para a endometriose. 

Endometriose e infertilidade 

Boa parte das mulheres só descobrem a doença quando estão tentando engravidar. Apesar de a infertilidade feminina ter na endometriose uma das suas principais causas, não significa dizer que toda mulher infértil tenha endometriose e nem que toda mulher com endometriose seja infértil. De acordo com Mariane de Nadai, se não houver outros fatores para dificultar a gestação, o indicado é estimular a paciente a tentar engravidar de forma espontânea por até seis meses. 

“Em geral, a gente não deixa essa paciente sob tentativas por mais tempo porque a cada mês em que ela está sem tratamento da endometriose e tentando engravidar, pode haver uma progressão dos focos da doença. Por isso, depois desse período, partimos para técnicas de reprodução assistida”, explica a especialista. 

A boa notícia é que, quando se fala sobre fertilização in vitro, estudos apontam que a eficácia da técnica entre as mulheres que têm a doença e as que não têm é bem parecida. “Deixando de lado o fator idade ou algum outro tipo de acometimento, atualmente, estudos mais robustos mostram que não há diferenças significativas em taxas de sucesso entre aquelas pacientes que têm endometriose e as que não têm, quando se submetem a uma técnica de fertilização in vitro”, informou Mariane. 

Sobre a Organon 

A Organon é uma empresa global de saúde que detém a liderança no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta. 

Para obter mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco no  LinkedIn

Referências 

1 – Fonte: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) – Manual de endometriose 2014/2015 http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/13162/material/Manual%20Endometriose%202015.pdf 

2 – Fonte: https://www.organon.com/brazil/news/organon-assina-acordo-para-a-aquisicao-da-farmaceutica-forendo/ 

Novo ciclo do contrato leva para o portfólio da farmacêutica global mais produtos para a saúde da mulher e, como contrapartida, concede a promoção nacional de medicamentos para o trato respiratório

Organon, empresa global de saúde, acaba de renovar a sua parceria com a especialista em distribuição e comercialização de fármacos, Supera Farma, com novidades para o mercado. O novo contrato resultará no aumento do portfólio da Organon Brasil de 40 para 44 produtos, ao receber medicamentos específicos para o tratamento de osteoporose, da pós-menopausa e de anticoncepcionais compostos por etinilestradiol e desogestrel e em contrapartida, vai liberar para a empresa parceira o direito de promoção e comercialização de dois de seus medicamentos para tratamento respiratório e alergias.

Mais do que uma estratégia comercial, a nova configuração reafirma o propósito da Organon no mercado, que é desenvolver soluções para cuidar da saúde das mulheres em todas as fases da vida, proporcionando a elas um dia a dia melhor e mais saudável.

Para a Supera, a renovação da parceria também reforça a missão da empresa e traz ainda mais destaque ao portfólio de produtos. Atualmente a parceria consiste em 15 produtos e representa 35% do faturamento líquido da empresa, um volume importante para o crescimento e sustentabilidade da Supera.

Outro ponto relevante da parceria é que a Organon também passará a ter acesso a mais de 60 mil médicos de diferentes especialidades e o suporte de uma equipe de 600 representantes de vendas que hoje fazem parte da equipe da Supera.

Sobre a Organon

A Organon é uma empresa global de saúde com foco no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta.

Para obter mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco no  LinkedIn.

Sobre a Supera

Fundada em 2011, a Supera, uma join venture criada pelos laboratórios Eurofarma e Cristália, tem como missão levar a maior diversidade de medicamentos ao maior número de médicos e pacientes, provendo soluções em saúde e transformando vidas. Sua visão consiste em ser uma das 10 maiores farmacêuticas de prescrição médica do Brasil, reconhecida pelo respeito à diversidade de médicos e pacientes, e uma das melhores empresas para se trabalhar. A Supera tem desde 2012 uma importante parceria de negócio com a MSD, agora principalmente com a Organon, após o spin-off das empresas em 2021.

A Supera possui em seu portifólio mais de 76 medicamentos e um faturamento líquido anual de aproximadamente 800 milhões.

Por Andrea Ciolette, diretora de Saúde Feminina da Organon

É preciso falar sobre autonomia corporal das mulheres. Apesar do avanço na luta por espaços na sociedade e da ocupação de posições cada vez mais relevantes, ainda há muito o que caminhar. Por exemplo, nos cuidados com a saúde. Uma sociedade estruturada em pilares machistas e patriarcais induz a mulher a colocar seus cuidados pessoais em segundo plano, seja na atenção à saúde ou mesmo em seu planejamento reprodutivo. Essencialmente, ela perde o direito a fazer suas escolhas.

Não é possível naturalizar um cenário como este. Mulheres saudáveis são a espinha dorsal de uma sociedade próspera, estável e resiliente. No entanto, não é de hoje que elas são levadas a negligenciar cuidados com a saúde e o bem-estar por causa de uma estrutura social que delimitou funções de acordo com o gênero, cabendo à mulher os cuidados com casa e filhos.

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), referentes a 2019, já mostram que, mesmo trabalhando fora de casa, as mulheres dedicam oito horas a mais do que os homens a atividades domésticas, principalmente no cuidado com os filhos. O mesmo ocorre nos afazeres do lar, que também consomem oito horas a mais do público feminino: mais tarefas, menos tempo para cuidar da saúde.

Com a pandemia, a situação se agravou. Aumentou a sobrecarga nas funções domésticas e no cuidado com os familiares, enquanto o trabalho remoto ampliou o tempo consumido pela vida profissional. De acordo com um relatório publicado pela Organização das Nações Unidas Mulheres, em 2021, 92% das mulheres consultadas consideraram que o tempo dedicado aos filhos aumentou muito e 85% delas teve a mesma percepção em relação às tarefas rotineiras do lar. Além de um esgotamento emocional, essa situação também gerou um abandono nos cuidados de saúde. Nesta mesma pesquisa, 64% das mães admitem que o tempo dedicado ao autocuidado diminuiu muito.

O descuido de si em prol dos outros vem cobrando um preço alto. No último ano, o número de mamografias realizadas no Brasil caiu 26% em relação a 2019, ano pré-pandemia1. Apesar de o cenário de 2020 ter sido pior, não há motivos para comemorar. O exame é essencial para detecção e prevenção do câncer de mama, que é o tipo de câncer que causa mais mortes na população feminina brasileira.

Além dos prejuízos à saúde física e mental, a pandemia também evidenciou que os movimentos pela autonomia e empoderamento feminino ainda não foram suficientes para diminuir a exposição das mulheres ao assédio sexual e à violência doméstica. Ter protagonismo em relação ao seu próprio corpo é para poucas.

No mundo, de acordo com o documento “Meu Corpo Me Pertence”, da UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas), quase metade das mulheres (45%) não têm autonomia sobre seu corpo. Isso significa dizer que elas não têm o poder de decidir quando procurar atendimento de saúde, mesmo os serviços de saúde sexual e reprodutiva, para receber orientação sobre o uso de métodos contraceptivos. Tampouco são ouvidas pelos maridos e parceiros quando dizem não às relações sexuais.

O resultado não poderia ser diferente. Um dos maiores problemas enfrentados pelas mulheres é a gravidez não planejada. Para ficar no exemplo do Brasil, pesquisas indicam que mais de 55% das gestações não são planejadas2. A estatística inclui casos de mulheres que não queriam engravidar ou que gostariam de ter esperado por mais tempo para isso. Falta-lhes muitas vezes conhecimento e acesso a métodos contraceptivos, principalmente entre as brasileiras com mais dificuldades econômicas. Entre as adolescentes esse número é ainda maior: 66% das que engravidam não tiveram a intenção3.

As brasileiras têm, em grande medida, a compreensão de que a gravidez não planejada representa um obstáculo para seu crescimento pessoal. Um levantamento da B2Mamy a pedido da Organon mostra que as mulheres das classes C e D entendem que a gravidez não planejada cria dificuldades para que elas rompam o ciclo da pobreza. Ter um filho sem o devido planejamento compromete, em muitos casos, a possibilidade de ela continuar os estudos e conseguir melhores trabalhos.

O empoderamento feminino só se fará completo quando a mulher puder tomar, de fato, todas as decisões relativas ao seu corpo: dos cuidados com saúde ao planejamento reprodutivo, ainda tão pouco difundido e adotado no Brasil.

Permitir que a mulher possa conduzir sua vida de forma mais independente e próspera depende do acesso à informação, a tratamentos e orientações médicas, ou mesmo a métodos contraceptivos. Mas também do apoio da família, do parceiro ou da parceira, assim como das instituições públicas e privadas. É uma tarefa coletiva e urgente.

Referências

  1. Fonte: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)  https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/1328-realizacao-de-mamografias-cresce-25-em-2021-mas-ainda-esta-abaixo-dos-patamares-pre-pandemia
  2. Dados da pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz que ouviu 24 mil mulheres entre 2011 e 2012
  3. Fonte: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo)  https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/1210-reflexoes-sobre-a-semana-nacional-de-prevencao-da-

Ação traz peças que põem sob holofotes crenças que precisam ser mudadas

Mensagens estarão no metrô, pontos de ônibus e relógios de São Paulo e no aeroporto de Brasília

A Organon, farmacêutica global especializada em saúde feminina, vai promover a campanha “Sua saúde, já”, para celebrar o Dia Internacional das Mulheres. A ação, criada pela agência D’lucca & Jota, traz frases com situações do dia a dia em que a saúde da mulher é sempre colocada em segundo plano, e, também, números impactantes que evidenciam a falta de autonomia corporal feminina. O conceito de que algumas crenças em relação à saúde dela precisam mudar acompanha todo o contexto da campanha.

A campanha será divulgada no mobiliário urbano da cidade de São Paulo e também no aeroporto de Brasília. A partir de 8 de março, os anúncios estarão distribuídos em estações de grande circulação do metrô de São Paulo, por meio de painéis LightBox, além de pontos de ônibus e relógios posicionados em importantes avenidas da capital paulista. No aeroporto de Brasília, as peças estão sendo exibidas desde 1 de março, bem como no metrô da capital paulista. Já nos demais espaços, o projeto se estende até 14 de março.

A campanha também terá veiculação online, nas mídias sociais e na company page da Organon no LinkedIn, com repercussão nos canais de saúde feminina no Facebook e Instagram (@aquipelasaudedela).

Com layout limpo e moderno, as peças trazem imagens de mulheres empoderadas, dando uma tonalidade de seriedade, em resposta às crenças que são impostas à sua saúde. Os textos, construídos através da palavra ELA, causam o impacto da ação. Neles, há a reprodução de falas que a população feminina escuta diariamente, ou que já fazem parte de seu subconsciente, e ainda dados que nos fazem refletir sobre a saúde reprodutiva da mulher e a falta de informação sobre métodos contraceptivos. O apelo principal é destacar, de forma direta, a importância de trazer a atenção para a mulher e seus cuidados com a saúde.

Entre as peças, há frases e informações, como: “Não é dor, é frescura. Vai lavar roupa que passa. Assim, não dá!”; “7 em cada 10 adolescentes que engravidam, não planejaram”; “Estou sem dinheiro. Quando sobrar algum vou ao médico” e “Acesso restrito a contraceptivos durante a pandemia pode levar a 15 milhões de gravidezes não planejadas”.

A iniciativa é uma extensão da campanha global da Organon, que traz a saúde da mulher como tema principal. Em todos os 140 países em que a empresa está presente, a celebração do Dia das Mulheres será da mesma forma. Os funcionários, mesmo que sejam homens, vão ganhar uma folga para que as colaboradoras da empresa ou as parceiras, esposas ou outras mulheres de convivência do funcionário da Organon, tenham um dia livre para cuidarem da sua saúde. A iniciativa leva em consideração o fato de que a saúde da mulher ficou ainda mais prejudicada durante a pandemia.

Sobre a Organon

A Organon é uma empresa global de saúde que detém a liderança no desenvolvimento de medicamentos para mulheres. Seu propósito é contribuir para que as mulheres tenham mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida. A companhia possui um portfólio de mais de 60 medicações em diversas áreas terapêuticas, como saúde reprodutiva, contracepção, doenças cardíacas e câncer de mama. Entre esses produtos, constam também biossimilares e medicamentos estabelecidos no mercado. Oriunda da farmacêutica MSD, a Organon tem atuação autônoma e cerca de 9 mil trabalhadores espalhados pelo planeta. Para obter mais informações, visite www.organon.com/brazil e conecte-se conosco no  LinkedIn.